Vaso de barro – frágil e insignificante

“Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós.” (2 Coríntios 4.7).

Assim afirmou Paulo.

Que tesouro é esse do qual Paulo se refere? Se analisarmos o versículo 4, veremos que se trata da “luz do evangelho da glória de Deus”, que brilha em nosso coração.

Paulo explica que assim como Deus deu existência à luz por meio da sua Palavra, Ele tem falado com o mesmo Poder Criador para trazer luz ao nosso coração obscurecido. Este é o tesouro.

E onde o nosso Bom e Grandioso Deus guarda este tesouro extraordinário? Em vasos de barros insignificantes: em nós.

Vaso de barro é uma boa metáfora para nós, porque fomos feitos a partir do barro e colocados na fornalha, para que nos tornemos humildes, recipientes, que armazenem o tesouro. Não somos vasos de ouro, nem de mármore, nem de cristal ou de prata refinada, mas um vaso feito de barro. Por que Deus faz isso? A resposta é para que a excelência do poder seja Dele e não nossa. Por termos tendência de fixar nossos olhos naquilo que pode ser visto (as dificuldades), podemos não notar o que está ocorrendo dentro dos vasos de barro, isto é, onde o tesouro está. Essas coisas invisíveis são as que precisamos ver pela fé, tal qual como Paulo via, pois em meio às dificuldades, próprias do vaso de barro, ele afirmou: “Ainda que o homem exterior se corrompa, contudo, o homem interior se renova de dia em dia.” Enquanto caminhamos pela fé, veremos nosso homem exterior corromper-se (é natural), mas nosso homem interior contemplará a glória vindoura. Aleluia. Amém.

 

Imagem Ilustrativa: Greg Rosenke / Unsplash.com 

 

 

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